Thursday, February 11, 2016
À procura do poder
"O secretário não pôde conter a sua impaciência.
- Está bem, está bem. O que vocês propõem, então?
- Honorável, vocês é que pediram para negociar. Nós não propomos nada, para nós está tudo ótimo.
O secretário bate com a mão aberta na mesa.
- Então é guerra?"
(Negociações, Luís Fernando Veríssimo, #)
Na crônica "Negociações," Veríssimo conta como que os homens querem poder, e querem controlar o mundo. Como cada crônica, Veríssimo começa com uma observação, faz uma reflexão, e depois mostra uma verdade humana. Nesta crônica, a observação de Veríssimo é que a população de ratos no mundo supera a população humana, e que se continuar sem restrições, os ratos irão tomar conta do mundo. Com esta observação, Veríssimo cria uma história como reflexão em que um homem, que é o secretário-geral da Nações Unidas, se reune com um representante dos ratos, Igor. O secretário quer negociar com os ratos para eles tomarem pílulas para controlar a natalidade dos ratos e de outros jeitos também controlar os ratos. Por meio desta reflexão, Veríssimo mostra uma grande verdade humana de como os homens querem controlar todas as coisas ao seu redor, e como esta empolgação pode criar guerras.
Durante a conversa entre o secretário e Igor, o secretário perde a paciência e vê que as negociações não estão fazendo nada. Naquele momento, ele faz a pergunta se será uma guerra entre os humanos e os ratos, mesmo sendo que os ratos não querem guerra. Igor falou que para os ratos, tudo estava ótimo, e que por eles, não precisavam de negociações. Foi o secretário que declarou a guerra, porque os ratos não se submeteram ao poder e controle dos humanos. Muitas vezes, relacionamentos entre nações são assim também; uma nação quer um controle, mas a outra nação estava tranquila na sua, mas não vai se submeter à outra nação. O pior desta crônica é como mostra que os humanos faziam experimentos com os ratos, principalmente com Igor. Ele tinha muitas doenças, dificuldades de andar e respirar por causa desses experimentos. Os humanos já controlaram esses ratos, mas perderam o controle, e criaram ratos que não iriam morrer com as táticas de guerra dos humanos. Mesmo sendo que já tinham perdido o controle, os humanos queriam controlar ainda o que poderia derrubá-los.
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